Qual é o futuro do Agronegócio?

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Qual é o futuro do Agronegócio?
19/07/2016

Qual é O Futuro Do Agronegócio?

 A resposta pode estar na busca por especialização. Com pouca assistência e falta de acesso à informação, empreendedores rurais buscam especialistas que gerenciem uma das atividades mais rentáveis do País

O Agronegócio merece uma atenção especial, já que é um dos principais responsáveis por estados da região Centro-Oeste não sentirem o impacto tão forte da crise como foi na região Sudeste, por exemplo. A cidade de Cristalina, no entorno do Distrito Federal, gerou 10.869 vagas de emprego em 2015, 7.042 foram para trabalhadores do Agronegócio. E esta quantidade representa quase 15% da população da cidade. Todos envolvidos com a geração de riquezas a partir do campo. 

No entanto, dizer nos dias atuais que existe um setor de atividades que anda na contramão da crise e que carece muito de profissionais capacitados pode até parecer mentira. Mas não é. O Agronegócio, uma das economias mais rentáveis do País precisa de mão de obra qualificada. É isso mesmo. E os salários são extremamente atraentes! Não acreditou ainda? Eis a explicação: diferentemente dos empreendedores urbanos, que têm acesso fácil à informação e uma gama de especialistas nas mais diversas áreas que podem ser facilmente encontrados, os empreendedores rurais enfrentam um cenário complicado, já que muitas vezes estão desassistidos pela assistência técnica e extensão rural. 

E é por isso que o Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/GO), e Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), realiza na próxima quinta-feira (21), às 19h30, uma palestra gratuita sobre as Projeções do Agronegócio para 2030. Autoridades no assunto como José Antônio Carlos de Souza Lima Junior, palestrante e mestre em Agronegócios; Mário Schreiner, presidente da FAEG; Eurípedes Bassamurfo da Costa, superintendente do Senar, Benedito Dias de Oliveira Filho, presidente do CRMV/GO; Arthur Eduardo Alves de Toledo, presidente da Agrodefesa; e Wandell Seixas, jornalista voltado para o Agronegócio e autor do livro “O Agronegócio passa pelo Centro-Oeste”, já estão confirmadas.

A intenção é debater a rentabilidade do Agronegócio e os desafios que ainda vêm por aí, justamente por ser uma atividade com características muito peculiares. “O Agronegócio atua com dependência do clima, dos riscos, da estacionalidade da produção, dos produtos perecíveis e do sistema de competição”, explica o palestrante Antônio Carlos.

Áreas que demandam profissionais

Antônio Carlos pontua que o Agronegócio precisa de profissionais especializados e que tenham uma visão sistêmica do setor. “As pessoas precisam entender que não basta apenas plantar a soja. É preciso produzir uma soja de qualidade, com uma boa safra e ainda pensando no mercado consumidor. A partir disso, é possível traçar os planos e ter uma visão ampla de todo o processo, desde a produção à venda, integrando o ambiente organizacional”. Ele aponta ainda as áreas do Agronegócio que carecem – e muito – de profissionais especializados:

  •        *Planejamento do sistema de produção;
  •        *Gestão de índices de desempenho como estratégia para planejar e tomar decisões;
  •        *Logística, armazenamento e beneficiamento;
  •        *Gestão financeira;
  •        *Gerenciamento de pessoas e equipes;
  •        *Comercialização e marketing;

 

Para mais informações sobre a Palestra Gratuita e inscrições, clique aqui.

Qual é O Futuro Do Agronegócio?

 A resposta pode estar na busca por especialização. Com pouca assistência e falta de acesso à informação, empreendedores rurais buscam especialistas que gerenciem uma das atividades mais rentáveis do País

O Agronegócio merece uma atenção especial, já que é um dos principais responsáveis por estados da região Centro-Oeste não sentirem o impacto tão forte da crise como foi na região Sudeste, por exemplo. A cidade de Cristalina, no entorno do Distrito Federal, gerou 10.869 vagas de emprego em 2015, 7.042 foram para trabalhadores do Agronegócio. E esta quantidade representa quase 15% da população da cidade. Todos envolvidos com a geração de riquezas a partir do campo. 

No entanto, dizer nos dias atuais que existe um setor de atividades que anda na contramão da crise e que carece muito de profissionais capacitados pode até parecer mentira. Mas não é. O Agronegócio, uma das economias mais rentáveis do País precisa de mão de obra qualificada. É isso mesmo. E os salários são extremamente atraentes! Não acreditou ainda? Eis a explicação: diferentemente dos empreendedores urbanos, que têm acesso fácil à informação e uma gama de especialistas nas mais diversas áreas que podem ser facilmente encontrados, os empreendedores rurais enfrentam um cenário complicado, já que muitas vezes estão desassistidos pela assistência técnica e extensão rural. 

E é por isso que o Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), em parceria com a Federação da Agricultura e Pecuária de Goiás (FAEG), Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (SENAR), o Conselho Regional de Medicina Veterinária (CRMV/GO), e Sociedade Goiana de Pecuária e Agricultura (SGPA), realiza na próxima quinta-feira (21), às 19h30, uma palestra gratuita sobre as Projeções do Agronegócio para 2030. Autoridades no assunto como José Antônio Carlos de Souza Lima Junior, palestrante e mestre em Agronegócios; Mário Schreiner, presidente da FAEG; Eurípedes Bassamurfo da Costa, superintendente do Senar, Benedito Dias de Oliveira Filho, presidente do CRMV/GO; Arthur Eduardo Alves de Toledo, presidente da Agrodefesa; e Wandell Seixas, jornalista voltado para o Agronegócio e autor do livro “O Agronegócio passa pelo Centro-Oeste”, já estão confirmadas.

A intenção é debater a rentabilidade do Agronegócio e os desafios que ainda vêm por aí, justamente por ser uma atividade com características muito peculiares. “O Agronegócio atua com dependência do clima, dos riscos, da estacionalidade da produção, dos produtos perecíveis e do sistema de competição”, explica o palestrante Antônio Carlos.

Áreas que demandam profissionais

Antônio Carlos pontua que o Agronegócio precisa de profissionais especializados e que tenham uma visão sistêmica do setor. “As pessoas precisam entender que não basta apenas plantar a soja. É preciso produzir uma soja de qualidade, com uma boa safra e ainda pensando no mercado consumidor. A partir disso, é possível traçar os planos e ter uma visão ampla de todo o processo, desde a produção à venda, integrando o ambiente organizacional”. Ele aponta ainda as áreas do Agronegócio que carecem – e muito – de profissionais especializados:

  •        *Planejamento do sistema de produção;
  •        *Gestão de índices de desempenho como estratégia para planejar e tomar decisões;
  •        *Logística, armazenamento e beneficiamento;
  •        *Gestão financeira;
  •        *Gerenciamento de pessoas e equipes;
  •        *Comercialização e marketing;

 

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