Inovação é a chave para o sucesso

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Inovação é a chave para o sucesso
04/10/2016

O caminho para sobreviver, diferenciar e alcançar o sucesso nos negócios é pautado pela inovação, regada de ideias criativas que conquistam o público
 
Com o passar do tempo, em um mundo cada vez mais competitivo e globalizado, a inovação é considerada primordial para impulsionar empresas e carreiras. A era digital foi o grande divisor de águas para o desenvolvimento das instituições, uma vez que trouxe consigo inúmeras ferramentas que possibilitam a inovação cotidiana.  Para o especialista do IPOG, Professional Coach e Practitioner em Programação Neurolinguística, Carlos Maciel, o verdadeiro propósito da inovação é “uma ideia que sai do papel e possibilita gerar resultados positivos para seus públicos de interesse”, pontua.  
 
A estratégia de competitividade é outro diferencial que está atrelado à inovação. Por isso, quando uma empresa enxerga a inovação como algo visionário e promissor, as instituições se tornam ainda mais competitivas e, consequentemente, se destacam no mercado devido ao ineditismo. “Acima de tudo, para inovar é preciso deixar a imaginação fluir para ter muitas ideias. Logo após, coloque as melhores ideias em prática e busque atender as expectativas do seu público alvo. No entanto, para que o produto ou serviço seja inovador e corresponda às necessidades dos clientes, é imprescindível a participação dos seus usuários na construção e desenvolvimento do produto para garantir um resultado extraordinário”, recomenda Maciel.  
 
Enquanto algumas empresas ousam em inovar, outras temem por mudanças radicais, muitas vezes pela visão ultrapassada sobre inovação, desconhecimento de métodos que ajudam a colocar em prática e altos gastos para aplicar as novidades. Mas, para reverter esse quadro, o especialista pontua que se adequar à modernidade é primordial e que é possível investir em ideias inovadoras gastando pouco. “Hoje em dia, com as plataformas de Crowdfunding, muitos negócios começam sem investimento por parte de seus criadores, podendo, assim, lucrar e responder as expectativas das pessoas”, explica.
 
Não somente pela tecnologia, a inovação precisa estar presente também no convívio organizacional. E, essa, nem sempre é vista com bons olhos, uma vez que promove mudanças tanto no produto, quanto no serviço, no sistema operacional e também na rotina produtiva dos colaboradores, onde alguns podem se opor às alterações. Segundo pesquisa realizada pelo autor e consultou Daryl Conner, cerca de 10% das pessoas aceitam a mudança de imediato; 20% com um pouco de convencimento; 40% com muito convencimento e 30% só aceitam depois que a mudança foi bem-sucedida. Os números configuram que inovar sem que haja uma mudança cultural acaba provocando uma lentidão no processo de inovação e aumenta os custos da empresa.
 
E, quando o assunto é correr riscos, Carlos Maciel alerta: “os riscos são inerentes ao empreendedor que quer inovar. Um exemplo claro de quem arriscou até acertar é o inventorThomas Edison. Ele errou mil vezes antes de criar a lâmpada, e ao questioná-lo sobre como foi errar mil vezes antes de criar a lâmpada, ele respondeu que não errou mil vezes, mas aprendeu mil formas de como não se fazer uma lâmpada”, exemplifica o especialista.

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