Gerir crises nunca foi tão interessante

Notícia

Gerir crises nunca foi tão interessante
10/08/2016

Gerir Crises Nunca Foi Tão Interessante

Profissionais qualificados para prevenir e solucionar crises de comunicação empresarial podem abrir portas para grandes oportunidades no mercado

A passagem da tocha olímpica pelo Brasil vai ser lembrada para sempre não só pela importância deste momento histórico para o país, mas também pelos fatos inusitados envolvendo os escolhidos para carregar a chama dos jogos. Um deles aconteceu em Franca, no interior de São Paulo, quando a empresária Luiza Helena Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, caiu enquanto carregava a tocha olímpica.

A repercussão do vídeo do tombo nas redes sociais foi rápida e de alcance nacional, mas o que parecia ser algo negativo, se tornou uma forma criativa da empresa se relacionar com o consumidor. Aproveitando que o assunto estava em alta, a loja anunciou em um post no Facebook: “A Dona Luiza caiu, mas está bem. Vocês pediram, e os preços caíram também”. Com descontos de até 70%, a empresa lançou a promoção utilizando a hashtag #CairFazParte.

Além disso, a dona da rede de lojas comentou o fato em uma rede social e acrescentou: “Mas como sempre faço em todos os meus tombos, levantei rápido e continuei a cumprir minha missão”. Este comportamento rápido e que nos dá uma sensação de “virada no jogo”, nada mais é do que aquilo que chamamos de gestão de crise na comunicação. Não basta ser criativo, é preciso entender de estratégias de comunicação para conseguir lidar com uma situação assim e não deixar que a imagem da empresa seja afetada negativamente.

O Institute for Crisis Management define crise como “qualquer problema ou interrupção que possa alavancar reação negativa dos stakeholders e que pode vir a impactar a força financeira da organização, bem como sua habilidade de fazer o que faz. Isso se aplica aos negócios, a instituições educacionais, a cidades, governos e até indivíduos”. Portanto, é necessário entender bem a respeito de posicionamento estratégico – que imagem quero que as pessoas tenham a respeito dessa empresa – e sobre quem são meus stakeholders – público estratégico.

Segundo a coordenadora do MBA Comunicação Empresarial e Gestão do Conteúdo Transmídia do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), Catia Lassalvia, “Nesse mundo cada vez mais conectado e transparente, nunca foi tão importante mapear os stakeholders de uma marca ou projeto. Essa é a melhor forma de prevenir crises. É um processo prévio, contínuo e constantemente monitorado e ajustado. A própria definição e treinamento do comitê de crise nasce de um trabalho sistêmico”, explica.

Portanto, segundo ela o foco deve estar não apenas em resolver uma crise, mas evitá-la. Para isso, é recomendável se prevenir tomando alguns cuidados:

– Elaborar um plano de gestão de crise simples e flexível

– Já definir que responde por porta-voz em uma situação assim

– Estar alinhado com as decisões da liderança da empresa

– Ter definido quem são os stakeholders mais atingidos

– Estar atento ao timing, para responder em tempo e evitar algo maior

– Ter ações de comunicação definidas para momentos de crise

Com uma equipe de comunicação pronta para esclarecer quaisquer dúvidas e qualificada para evitar e solucionar crises, a imagem da empresa fica assegurada e pode inclusive aproveitar deste momento para projetar a pessoa ou grupo empresarial em questão em um lugar diferenciado na mente do consumidor e em relação aos produtos concorrentes. “Não importa se é digital ou não, pois isso não é algo novo. A tecnologia somente expandiu fronteiras. Trata-se, sobretudo, de realizar a melhor gestão possível sobre a credibilidade e a reputação da marca”, acrescenta a coordenadora do MBA.

Ficou interessado no assunto? Então você precisaa conhecer o MBA Comunicação Empresarial e Gestão do Conteúdo Transmídia. Você também pode ligar para 3945-5050 ou enviar um email para monique.vasconcelos@ipog.edu.br e receber todas as informações.

 

Gerir Crises Nunca Foi Tão Interessante

Profissionais qualificados para prevenir e solucionar crises de comunicação empresarial podem abrir portas para grandes oportunidades no mercado

A passagem da tocha olímpica pelo Brasil vai ser lembrada para sempre não só pela importância deste momento histórico para o país, mas também pelos fatos inusitados envolvendo os escolhidos para carregar a chama dos jogos. Um deles aconteceu em Franca, no interior de São Paulo, quando a empresária Luiza Helena Trajano, dona da rede de lojas Magazine Luiza, caiu enquanto carregava a tocha olímpica.

A repercussão do vídeo do tombo nas redes sociais foi rápida e de alcance nacional, mas o que parecia ser algo negativo, se tornou uma forma criativa da empresa se relacionar com o consumidor. Aproveitando que o assunto estava em alta, a loja anunciou em um post no Facebook: “A Dona Luiza caiu, mas está bem. Vocês pediram, e os preços caíram também”. Com descontos de até 70%, a empresa lançou a promoção utilizando a hashtag #CairFazParte.

Além disso, a dona da rede de lojas comentou o fato em uma rede social e acrescentou: “Mas como sempre faço em todos os meus tombos, levantei rápido e continuei a cumprir minha missão”. Este comportamento rápido e que nos dá uma sensação de “virada no jogo”, nada mais é do que aquilo que chamamos de gestão de crise na comunicação. Não basta ser criativo, é preciso entender de estratégias de comunicação para conseguir lidar com uma situação assim e não deixar que a imagem da empresa seja afetada negativamente.

O Institute for Crisis Management define crise como “qualquer problema ou interrupção que possa alavancar reação negativa dos stakeholders e que pode vir a impactar a força financeira da organização, bem como sua habilidade de fazer o que faz. Isso se aplica aos negócios, a instituições educacionais, a cidades, governos e até indivíduos”. Portanto, é necessário entender bem a respeito de posicionamento estratégico – que imagem quero que as pessoas tenham a respeito dessa empresa – e sobre quem são meus stakeholders – público estratégico.

Segundo a coordenadora do MBA Comunicação Empresarial e Gestão do Conteúdo Transmídia do Instituto de Pós-Graduação e Graduação (IPOG), Catia Lassalvia, “Nesse mundo cada vez mais conectado e transparente, nunca foi tão importante mapear os stakeholders de uma marca ou projeto. Essa é a melhor forma de prevenir crises. É um processo prévio, contínuo e constantemente monitorado e ajustado. A própria definição e treinamento do comitê de crise nasce de um trabalho sistêmico”, explica.

Portanto, segundo ela o foco deve estar não apenas em resolver uma crise, mas evitá-la. Para isso, é recomendável se prevenir tomando alguns cuidados:

– Elaborar um plano de gestão de crise simples e flexível

– Já definir que responde por porta-voz em uma situação assim

– Estar alinhado com as decisões da liderança da empresa

– Ter definido quem são os stakeholders mais atingidos

– Estar atento ao timing, para responder em tempo e evitar algo maior

– Ter ações de comunicação definidas para momentos de crise

Com uma equipe de comunicação pronta para esclarecer quaisquer dúvidas e qualificada para evitar e solucionar crises, a imagem da empresa fica assegurada e pode inclusive aproveitar deste momento para projetar a pessoa ou grupo empresarial em questão em um lugar diferenciado na mente do consumidor e em relação aos produtos concorrentes. “Não importa se é digital ou não, pois isso não é algo novo. A tecnologia somente expandiu fronteiras. Trata-se, sobretudo, de realizar a melhor gestão possível sobre a credibilidade e a reputação da marca”, acrescenta a coordenadora do MBA.

Ficou interessado no assunto? Então você precisaa conhecer o MBA Comunicação Empresarial e Gestão do Conteúdo Transmídia. Você também pode ligar para 3945-5050 ou enviar um email para monique.vasconcelos@ipog.edu.br e receber todas as informações.

 

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